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A Reforma do IRC encontra-se em discussão.

Estão agendadas para o próximo dia 4 de dezembro audições no âmbito da apreciação, na especialidade da Proposta de Lei n.º 175/XII/3.ª (GOV) - "Procede à reforma da tributação das sociedades, alterando o Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 442-B/88, de 30 de novembro, e o Decreto Regulamentar n.º 25/2009, de 14 de setembro".

ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2014

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terça, 10 dezembro 2013 11:41

No passado dia 26 de novembro foi aprovado no Parlamento o Orçamento do Estado para 2014.

O diploma segue agora para a Presidência da República para promulgação ou envio para o Tribunal Constitucional para fiscalização preventiva ou sucessiva da constitucionalidade.

Crédito malparado atinge novos máximos históricos

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quarta, 11 dezembro 2013 10:16

O crédito malparado voltou a crescer em Outubro, atingindo um novo recorde quer ao nível das empresas quer de particulares. São mais de 17 mil milhões de euros que os bancos têm nas suas carteiras em cobranças duvidosas.

O crédito malparado aumentou, em Outubro, para 17,28 mil milhões de euros, o que corresponde a 7,54% do total dos empréstimos concedidos pela banca. Este é o valor mais elevado desde que há dados (Dezembro de 1997) quer em termos absolutos quer em percentagem, de acordo com os dados divulgados pelo Banco de Portugal esta terça-feira, 10 de Dezembro.

Entre as empresas, o peso do malparado atingiu os 12,05%, um valor sem precedentes e que corresponde a 12,07 mil milhões de euros.

Já as famílias têm dívidas, consideradas incobráveis, no valor de 5,2 mil milhões de euros, ou seja, 4,04% do total dos financiamentos. O que também representa o máximo histórico em termos de percentagem. Já em termos absolutos, o recorde foi atingido em Agosto deste ano.

E o aumento do malparado entre as famílias foi verificado em todos os destinos de financiamento. Nos empréstimos para a compra de casa 2,25% do valor total está considerado como cobranças duvidosas. No crédito ao consumo 12,12% está nesta situação e nos destinos para outros fins, onde se inclui educação, energia, saúde e empresários por conta própria, a fatia dos empréstimos nesta situação ascende a 12,93% do total.

O crédito malparado tem vindo a aumentar, reflectindo as maiores dificuldades das famílias e das empresas, num período marcado por uma recessão económica, aumento do desemprego e perda de rendimentos.

 
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